Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

do alto do meu castelo

Se não puder escrever sobre o que penso, sobre o que sinto, sobre a vida, sobre este mundo retorcido, cortem-me as mãos e, por via das dúvidas, cosam-me a boca. De outra forma, não vou calar-me! Só os loucos podem mudar o Mundo.

do alto do meu castelo

Se não puder escrever sobre o que penso, sobre o que sinto, sobre a vida, sobre este mundo retorcido, cortem-me as mãos e, por via das dúvidas, cosam-me a boca. De outra forma, não vou calar-me! Só os loucos podem mudar o Mundo.

Medo? Não, obrigada.

Há coisas que me fazem alguma confusão.
Determinadas atitudes e formas de agir que eu não compreendo.

Há medos que me preocupam. Refiro-me àqueles medos que nos impedem de mudar o mundo.
Injustificável.

Levo a sério a minha liberdade de escolha. O poder de opinião livre que posso exercer na sociedade a que pertenço, e que pode contribuir para melhorar a existência de quem a habita. Valorizo profundamente o meu direito ao voto. Pessoalmente, julgo que, mais do que um direito é um dever. E deveria ser uma obrigação. Não entendo como alguém pode não querer envolver-se nas decisões que vão influenciar a sua vida. Muito menos consigo compreender, ou sequer aceitar, que alguém tema participar desta ou daquela ideia, por recear represálias por parte de quem 'está no poder'.

Ninguém mais do que cada um de nós, pode alterar a realidade que habitamos. E se estamos insatisfeitos com a falta de capacidade dos nossos líderes para nos guiar, devemos demonstrar esse descontentamento. Se existe um projecto melhor para nós, um projecto focado nas nossas necessidades enquanto seres humanos, devemos apoiar esse projecto. Devemos, mais que apoiar, contribuir para que seja o NOSSO projecto. Transformá-lo no nosso objectivo primário. Juntos.

Vivemos tempos difíceis, bem o sabemos. É altura de esquecer partidos. A política não pode continuar a ser tratada como um clube de futebol. Não podemos continuar a votar neste partido, porque sempre o fizemos e porque, há trinta e tal anos atrás foi a melhor opção para a nossa aldeia, vila ou cidade. É tempo de mudança e todos o sabem. Se é verdade que há muitos anos o projecto do partido tinha os interesses da população em mente, também é verdade que nos últimos anos, parecem ter-se esquecido da importância de quem representam. Talvez embalados pelo saber de que a política local se tornou desinteressante para os mais interessados.

Falta-nos em que acreditar. Mas, mais grave, falta a muitos de nós, acreditar que o poder da mudança é nosso.

É que, se existe um projecto focado em nós, que se preocupa com as nossas necessidades e vem junto de cada um perceber o que realmente faz falta, por que razão vamos esconder-nos com medo de quem lá está hoje, quando seremos nós a votar amanhã?

O povo jamais deve sentir vergonha por ambicionar o melhor. O povo jamais deve sentir receio por desejar mais para cada um e para todos. O povo jamais poderá sentir-se oprimido. O povo jamais poderá esquecer que a vida, pertence a cada um.

E, meus caros, o patrão, presidente, ou partido político que esquecer tudo isto, JAMAIS pode continuar a representar-nos.

1 comentário

Comentar post

O Castelo

foto do autor

Arquivo

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2015
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2014
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2013
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D