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do alto do meu castelo

Se não puder escrever sobre o que penso, sobre o que sinto, sobre a vida, sobre este mundo retorcido, cortem-me as mãos e, por via das dúvidas, cosam-me a boca. De outra forma, não vou calar-me! Só os loucos podem mudar o Mundo.

do alto do meu castelo

Se não puder escrever sobre o que penso, sobre o que sinto, sobre a vida, sobre este mundo retorcido, cortem-me as mãos e, por via das dúvidas, cosam-me a boca. De outra forma, não vou calar-me! Só os loucos podem mudar o Mundo.

Ainda sobre o Henrique Raposo.

No Alentejo aceita-se o vai e vem, as amarguras das partidas. Sem as partidas de quem, os tais sem Terra nem tão pouco existiriam. Somos povo de pé assente na terra e de sensata sabedoria. A tal, que vem dos tempos dos primeiros abandonos. Esses, nascentes das necessidades de se fazer mais. Contas feitas, pioneiros empreendedores. Talvez sem alentejanos não fosse Loures, cacem, arrebaldes e meia Lisboa. E se os tais não o fossem, certamente não fosse também o fácil aceitar de vidas que vão e se fazem longe da raiz. Sim, aceitamos que cada um se pertence e a ninguém mais. Sabemos que nariz só comandamos o nosso, e a escolha é o maior tesouro que nos pertence. Perdemos filhos da terra no mundo, e outros perdemos da vida. Tarde ou cedo é onde voltamos e afortunados que somos, alentejanos, sabemos reconhecer efemeridade na vida.

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